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Resenha Econômica

Terça-feira, 12 de junho de 2018

Terça-feira de movimentos mistos entre as principais bolsas de valores mundiais. Na Ásia, os mercados fecharam sem direção única, depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter fechado um acordo com o líder norte coreano, Kim Jong-Um, de desnuclearização da Península Coreana. Quanto às commodities, o cobre encerrou o dia em baixa, com os investidores aguardando pela divulgação de dados sobre a maior demandante de metais básicos no mundo, a China. Já o petróleo fechou sem direção única, com o mercado ainda digerindo as divulgações do DoE (Departamento de Energia americano), trazendo as perspectivas de produção do óleo nos Estados Unidos, e o relatório mensal da OPEP. Na Europa, as bolsas não apresentaram movimento em direção única, respondendo a indicadores econômicos da Alemanha e do Reino Unido, assim como a maiores incertezas quanto às negociações do Brexit (nome dado ao movimento de saída do Reino Unido da União Europeia).

Nos Estados Unidos, os índices da bolsa de Nova York apresentaram movimentos mistos, enquanto Nasdaq fechava o dia em novo recorde histórico, com os investidores aguardando a decisão da Câmara dos Representantes sobre a questão imigratória no país. O mercado ainda ponderou a possível decisão do Fomc fazer mais uma elevação da taxa de juros americana este ano em sua reunião amanhã, o que levou a uma busca maior pelo dólar, que se valorizou frente outras moedas, e a um leve avanço dos rendimentos dos títulos da dívida pública americana.

No Brasil, o Ibovespa encerrou o pregão com alta de 0,62%, apoiado principalmente na valorização das ações da Vale e no movimento positivo das bolsas americanas. O investidor continua preocupado com as incertezas políticas e econômicas do País, assim como com a possibilidade de elevação dos juros nos Estados Unidos amanhã. No mercado de juros, as taxas fecharam em alta, respondendo à maior probabilidade, segundo os investidores, de que a taxa de juros venha a se manter inalterada na próxima reunião do Copom. Em relação ao câmbio, o dólar se fortaleceu frente ao real, fechando cotado a R$ 3,72/US$, influenciado pela cautela frente à decisão de política monetária do Fed.